A abertura oficial do Intercom 2010 aconteceu nesta sexta-feira às 19h. O evento contou com a premiação da Sociedade Brasileira de Estudos da Comunicação (Intercom) para os melhores trabalhos de graduação, mestrado e doutorado e o lançamento oficial da Enciclopédia Intercom de Comunicação, além da presença de autoridades. O show do cantor tradicionalista Renato Borghetti (Borghettinho) empolgou os congressistas.
O Presidente de Honra da Intercom, José Marques de Melo, falou do lançamento da Enciclopédia no evento. “A Enciclopédia é a primeira obra dos sócios da Intercom. Mobilizamos mais de mil pessoas, que trabalharam voluntariamente, no Brasil inteiro”, explica o professor. Marques de Melo agradeceu o colaboração da sociedade de estudos. “Fico muito orgulhoso de ver que esse trabalho que foi feito coletivamente chegar ao ponto final.”
A diretora do Centro de Ciências da Comunicação e coordenadora local do evento, Marliva Vanti Gonçalves, agradeceu o comprometimento dos mais de 400 alunos voluntários que trabalham no evento.
Conheça os vencedores dos prêmios da Intercom, que escolheu os melhores trabalhos do último congresso.
Prêmio Vera Giangrande para alunos de Graduação
1º lugar: Felipe Sperck e Nani Rios, pelo trabalho “O que você está Fazendo? Um estuda da Socialidade no Twitter”;
2º lugar: Everton Bom Kist, pelo trabalho “Flashmobs, Movimentos que Transcedem o Ciberespaço: Uma Ferramenta Alternativa da Comunicação”;
3º lugar: Mario Braga Ubener Vieira, pelo trabalho “Propaganda Política na Sociedade de Consumidores: O Mercado Eleitoral na disputa pela prefeitura de Juiz de Fora em 2008”.
Prêmio Francisco Morel para alunos de Mestrado
1º lugar: Lirian Sifuentes, pelo trabalho “Telenovela e Mediações Culturais na Conformação da Identidade Feminina”;
2º lugar: Bruno Bueno Pinto Leites, pelo trabalho “A Barreira Estético Produtiva no Cinema Brasileiro”;
3º lugar: Gabriela Pereira de Freitas, pelo trabalho “Por uma estética Fotográfica do Instante”.
Premio Freitas Nobre para alunos de Doutorado
1º lugar: Sérgio Luis Alves da Rocha, pelo trabalho “Fanfics: A Interação entre a Leitura e a Tecnologia da Informação”;
2º lugar: Valci Regina Mousquer Zuculoto, pelo trabalho “A Propaganda do Rádio Brasileiro do Campo Público: Um Resgate da Segurança – Fase Histórica dos Anos 40 ao início dos anos 70”;
3º lugar: Claudia Gilmar Linhares Sans, pelo trabalho “Fotografia e Tempo: Vergigem e Paradoxo”.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
José Marques de Melo defende novo currículo para Jornalismo
Durante o Seminário Luiz Beltrão – 50 anos de um Cclássico no Jornalismo Brasileiro, o Presidente de Honra da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) José Marques de Melo defendeu o novo currículo para o curso de jornalismo. O Ministério da Educação (Mec) estuda a proposta para o curso. O estudo para o novo currículo foi coordenado por José Marques.
O evento discutiu o legado do livro Introdução à Filosofia do Jornalismo, de Luiz Beltrão, e contou com a presença dos professores Felipe Pena, Francisco de Assis, Elza de Oliveira e Iluska Coutinho. Depois da exposição dos professores, José Marques foi questionado sobre a nova proposta para os cursos de jornalismo brasileiros.
“A diretriz curricular anda a passos de tartaruga, mas tentamos torná-la o mais democrática possível”, afirmou. O professor defendeu que o plano incita a liberdade nas instituições de ensino superior. “Pensar em grades é uma coisa heterodoxa. As pessoas esperam uma grade, mas as universidades não são prisões. A nova proposta incita a liberdade de formação.”
O professor também revelou que não é a favor da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. “Eu sou a favor do diploma, mas não da obrigatoriedade.”
O evento discutiu o legado do livro Introdução à Filosofia do Jornalismo, de Luiz Beltrão, e contou com a presença dos professores Felipe Pena, Francisco de Assis, Elza de Oliveira e Iluska Coutinho. Depois da exposição dos professores, José Marques foi questionado sobre a nova proposta para os cursos de jornalismo brasileiros.
“A diretriz curricular anda a passos de tartaruga, mas tentamos torná-la o mais democrática possível”, afirmou. O professor defendeu que o plano incita a liberdade nas instituições de ensino superior. “Pensar em grades é uma coisa heterodoxa. As pessoas esperam uma grade, mas as universidades não são prisões. A nova proposta incita a liberdade de formação.”
O professor também revelou que não é a favor da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. “Eu sou a favor do diploma, mas não da obrigatoriedade.”
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